A Arte das Causas

Não há pais sem quem pense nele. Sem quem o perceba e quem sonhe o que pode ser. Sem quem se conforme com o que hoje é. Sem quem queira mais. Porque já o fomos? Também. Mas principalmente pelo que sabemos poder ser.  Se cada um de nós tem em si heranças tão suas que guardou e que o fazem ser, a verdade é que, assim como no país, importa saber o que com elas podemos dar e transformar.

Há muitas causas. E muitas maneiras de as defender. Estas são as minhas: a maior de todas, a de Portugal e do que é ser português.

E com arte fazer pensar o país. Na educação, no equilíbrio sustentado entre o Homem e a natureza, na participação cívica e nas instituições, no atlântico como nosso grande desígnio. E no que significa hoje a palavra independência.

E para isso precisamos de parar para pensar. Ouvir, conhecer, não se ficar. Ir buscar quem sabe e pode acrescentar. Há um extraordinário mundo lá fora e uma maneira portuguesa de o ver e de agir; uma responsabilidade que é nossa de o demonstrar. Está lançado o desafio. Vamos a isto que se lema este blogue tem "desistir nunca" ele será.

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